Dedicado ao pessoal da bola das terças-feiras à noite. Há sempre alguém que joga pior que nós.
"Bem-aventurado aquele que lê e bem-aventurados os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo." REV 1:3
quarta-feira, outubro 25, 2006
sexta-feira, outubro 20, 2006
Aznar
Isto é o primeiro parágrafo do post anterior. Por mais que tente, não o consigo lá colocar. A culpa é do Bill Gates.
Marta Nebot, periodista del programa Noche Hache (en la cadena de televisión Cuatro), se acercó al ex presidente del Gobierno José María Aznar en el curso de un acto público para hacerle una pregunta. Le entregó un libro para que lo firmara, y Aznar lo hizo para luego despacharla sin responder a la cuestión introduciéndole el bolígrafo en el escote. “Yo pensé que quería callarme la boca y librarse de mí de un plumazo”, explicó Nebot el pasado martes, cuando se emitió el vídeo.
Marta Nebot, periodista del programa Noche Hache (en la cadena de televisión Cuatro), se acercó al ex presidente del Gobierno José María Aznar en el curso de un acto público para hacerle una pregunta. Le entregó un libro para que lo firmara, y Aznar lo hizo para luego despacharla sin responder a la cuestión introduciéndole el bolígrafo en el escote. “Yo pensé que quería callarme la boca y librarse de mí de un plumazo”, explicó Nebot el pasado martes, cuando se emitió el vídeo.
Aznar
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El incidente se produjo ese mismo día, durante la presentación de un libro del ex presidente de Colombia Andrés Pastrana en la Casa de América. Nebot se acercó a Aznar y le preguntó si se había inspirado "en el señor Pastrana cuando dijo el Movimiento de Liberación Vasco en su época”. Y aunque el ex presidente no contestó la pregunta sí le firmó un ejemplar de la obra que se presentaba, pese a no ser él el autor.
Preguntada hoy en la Cadena Ser sobre cómo se sintió cuando el ex presidente la despachó de tal modo, Nebot ha dicho: “Gracia no me hizo. La gente que no tiene sentido del humor, cuando le entras con humor, salen por sitios raros porque no saben cómo reaccionar”. “No sabes donde poner el boli y lo pones ahí en plan banderilla”, ha añadido a modo de hipótesis sobre lo que pudo ocurrir.>>
Fonte: El Pais
"Letting everyone down would be my greatest unhappiness" M.A.

Sobre o filme (e que bom filme!) está tudo escrito no Kind of Blog, na crítica do conhecido cinéfilo Kalash. Quanto à banda sonora, muito se tem dito e muito mais se dirá. Será de certeza daqueles álbuns que muita gente irá guardar na pasta OST do seu PC.
O filme é de facto muito bom. Não na onda sex, drugs and punk-rock que eu estava à espera, mas antes um ritmo sereno, com entradas de banda sonora no sítio certo, para criar o ambiente certo. Armando-me em cromo e utilizando a mesma classificação que os energúmenos críticos do Público, entre O e *****, daria um *** (= a não perder) a este filme muito bem filmado. Como diz Kalash, numa tirada deveras cinéfila, a "actriz" principal é Sofia Coppola.
Mas estando tudo dito sobre o filme no Kind of blog, serve este texto para chamar a atenção a um pormenor extra banda sonora:
Marianne Faithfull .

Neste filme, faz o papel de Maria Teresa, Imperatriz da Áustria e mãe de Maria Antonieta. Marianne Faithfull tem uma extensíssima carreira musical, muitas participações em variadíssimos filmes e séries de Tv., bem como participações suas em bandas sonoras. O seu último álbum - o único que conheço mais profundamente – “Before the Poison”, merece uma audição cuidada. Para quem gosta do género, aconselho vivamente.
Mais, se querem ter pesadelos, vejam o filme e, na parte em que aparece a Imperatriz, imaginem-na a tomar uns LSD com o seu namorado Mick Jagger. Marianne Faithfull, além de ter tido uma relação com o vocalista dos Stones, teve sérios problemas de dependência de drogas durante alguns anos.
A parte deste pesadelo Imperial, quero com isto tudo dar o merecido destaque de uma Senhora que, neste filme, faz um mero papel secundário. Na vida musical, o papel principal foi e ainda é dela.
quinta-feira, outubro 19, 2006
terça-feira, outubro 17, 2006
Não há coincidências?
Funções governamentais exercidas
De 2004-07-17 Até 2005-03-12
Ministro de Estado do XVI Governo Constitucional
De 2004-07-17 Até 2005-03-12
Ministro da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar do XVI Governo Constitucional
De 2002-04-06 Até 2004-07-17
Ministro da Defesa Nacional do XV Governo Constitucional
De 2002-04-06 Até 2004-07-17
Ministro de Estado do XV Governo Constitucional
Fonte: Wikipedia
segunda-feira, outubro 16, 2006
Abençoada ignorância
"Alterações climáticas e cepticismo económico" @ O Insurgente
Onde é que andam umas FP 25 de Abril, quando precisamos delas?
Onde é que andam umas FP 25 de Abril, quando precisamos delas?
Lei de Godwin

Há pouco tempo descobri esta lei e achei que valia a pena partilhá-la convosco.
A transcrição é directa da Wikipedia. Desculpem, mas não estava para ter trabalho a traduzir. Gosto em particular do corolário, é qualquer coisa do género: “numa discussão, quem primeiro invocar Hitler ou os nazis, perde a discussão”.
A transcrição é directa da Wikipedia. Desculpem, mas não estava para ter trabalho a traduzir. Gosto em particular do corolário, é qualquer coisa do género: “numa discussão, quem primeiro invocar Hitler ou os nazis, perde a discussão”.
Godwin's Law (also Godwin's Rule of Nazi Analogies) is a mainstay of Internet culture, an adage formulated by Mike Godwin in 1990. It is particularly concerned with logical fallacies such as reductio ad Hitlerum, wherein an idea is unduly dismissed or rejected on ground of it being associated with persons generally considered "evil".
The law states:
As an online discussion grows longer, the probability of a comparison involving Nazis or Hitler approaches one. [1]
Godwin's Law does not dispute whether, in a particular instance, a reference or comparison to Hitler or the Nazis might be apt. It is precisely because such a reference or comparison may sometimes be appropriate, Godwin argues in his book, Cyber Rights: Defending Free Speech in the Digital Age, that hyperbolic overuse of the Hitler/Nazi comparison should be avoided, as it robs the valid comparisons of their impact.
Although in one of its early forms Godwin's Law referred specifically to Usenet newsgroup discussions[2], the law is now applied to any threaded online discussion: electronic mailing lists, message boards, chat rooms, and more recently blog comment threads and Wikipedia discussion pages.
As an online discussion grows longer, the probability of a comparison involving Nazis or Hitler approaches one. [1]
Godwin's Law does not dispute whether, in a particular instance, a reference or comparison to Hitler or the Nazis might be apt. It is precisely because such a reference or comparison may sometimes be appropriate, Godwin argues in his book, Cyber Rights: Defending Free Speech in the Digital Age, that hyperbolic overuse of the Hitler/Nazi comparison should be avoided, as it robs the valid comparisons of their impact.
Although in one of its early forms Godwin's Law referred specifically to Usenet newsgroup discussions[2], the law is now applied to any threaded online discussion: electronic mailing lists, message boards, chat rooms, and more recently blog comment threads and Wikipedia discussion pages.
Corollaries and usage
There is a tradition in many newsgroups and other Internet discussion forums that once such a comparison is made, the thread is finished and whoever mentioned the Nazis has automatically "lost" whatever debate was in progress. This principle is itself frequently referred to as Godwin's Law. Thus Godwin's Law serves also to impose an upper bound on thread length in general.
(…)
There is a tradition in many newsgroups and other Internet discussion forums that once such a comparison is made, the thread is finished and whoever mentioned the Nazis has automatically "lost" whatever debate was in progress. This principle is itself frequently referred to as Godwin's Law. Thus Godwin's Law serves also to impose an upper bound on thread length in general.
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