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sexta-feira, novembro 14, 2008

Lido

«Este é daqueles momentos em que se percebe perfeitamente que não é a oposição quem ganha as eleições, mas sim o governo quem as pode perder.»

José Medeiros Ferreira in Bicho Carpinteiro

domingo, outubro 12, 2008

Tirado

do Sem Muros

Grande posta, ou como gostava de ter sido eu a escrevê-la

Barómetro CDS
6% na sondagens: Começam a falar de criminalidade.
5% na sondagens: Começam a falar de imigração.
4% na sondagens: Começam a falar do Rendimento Mínimo.
3% na sondagens: Começam a falar da imigração associada à criminalidade.
2% na sondagens: Começam a prometer aos pensionistas dar-lhes o dinheiro de quem não quer trabalhar e vive do Rendimento Mínimo.
Quando chegarem a 1% nas sondagens: rapam todos o cabelo.

A ler

«O presidente da Tchetchénia, Ramzan Kadirov, mostrou-se convencido que a afluência às urnas para a eleição de um novo parlamento regional, que decorre hoje, será de cem por cento ou mais. (...)»(ler o resto aqui)

sábado, março 22, 2008

Lamento, mas não concordo/gosto/aceito/quero.

Libertarianismo

Segundo a teoria política, o Libertarianismo ou libertarismo é a corrente política que defende que o melhor governo é aquele que governa o mínimo possível; a função do estado deve ser apenas a de impedir a violação dos direitos humanos naturais (vida, liberdade e propriedade). Por outras palavras, os individuos devem ser livres para fazer tudo aquilo que desejem fazer, desde que não violem o direito dos outros a exercer o mesmo direito. O papel do governo é o de proteger esse direito.
Para os libertarianos (ou libertários), direitos como o direito à alimentação, à habitação e à saúde não são obrigações que podem ser impostas ao Estado (ou seja, a outros cidadãos); só temos direito à vida, à justiça, e a fazer o que nos apetecer com os meios que temos ao nosso dispor e desde que isso não impeça os outros de exercerem o mesmo direito.
Assim, as funções do governo poderão incluir a manutenção de um sistema de justiça, da polícia, do exército e eventualmente algumas outras funções vitais. Mas, segundo os libertários, o governo nunca deverá ser responsável pela criação de escolas, pela regulamentação da economia e programas de ação social. Nem poderá restringir a liberdade de expressão, a liberdade sexual, o jogo ou outros do chamados crimes sem vitimas.
Uma sociedade libertarista é uma que não tem uma autoridade monopolista fazendo e impondo a lei, mas não é uma sociedade sem regras ou padrões.
Qualquer um que faça um ataque direto a uma pessoa ou propriedade pode ser processado (e provavelmente o será) por qualquer um que queira, obviamente com a obrigação de justificar seus próprios atos, que devem estar de acordo com o princípio da não-agressão. Os promotores (ou acusadores) não podem fazer nada além de:
  • parar o ataque
  • exigir pagamento por quaisquer danos que tenham sido feitos
  • fazer o que for necessário para que casos graves de agressão não ocorram mais.
Existem duas versões do Libertarismo, o minarquismo e o anarco-capitalismo. Os minarquistas defendem o estado mínimo com tribunais, uma força policial e um exército como forma de proteger os direitos naturais dos individuos. Os anarco-capitalistas opõem-se a qualquer tipo de estado pois consideram que, embora o estado exista para proteger os direitos naturais, ele acaba por violar esses direitos, por exemplo através dos impostos. Os anarco-capitalistas defendem polícias privadas que competiriam no mercado de individuos em busca de protecção dos seus direitos e tribunais privados que competiriam no mercado da resolução de conflitos entre individuos.
O termo Libertarismo (ou Libertarianismo) está marcado pelo panorama político americano. Noutras partes do mundo, como na Europa, um libertarista também poderia ser chamado de liberal. No entanto, nos EUA o termo liberal é aplicado a quem no resto do mundo poderia passar por um social-democrata, socialista ou um liberal social.
Fonte: Wikipédia
(post-resposta ao comentário da azuki e depois da conversa de café)

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

“Se me desafiam para eleições de congressos, eu respondo: irei às urnas no país”

Admiro-o. Apoiei-o, e ainda hoje o faço. Mas esta atitude do “agarrem-me senão eu mato!” já irrita. A candidatura para as presidenciais começou assim. Vamos a ver no que isto dá..

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

(acho que) Não é o meu candidato,

mas vale pelo vídeo, música e discurso.
"yes we can"


It was a creed written into the founding documents that declared the destiny of a nation.

Yes we can.

It was whispered by slaves and abolitionists as they blazed a trail toward freedom.

Yes we can.

It was sung by immigrants as they struck out from distant shores and pioneers who pushed westward against an unforgiving wilderness.

Yes we can.

It was the call of workers who organized; women who reached for the ballots; a President who chose the moon as our new frontier; and a King who took us to the mountaintop and pointed the way to the Promised Land.

Yes we can to justice and equality.

Yes we can to opportunity and prosperity.

Yes we can heal this nation.

Yes we can repair this world.

Yes we can.

We know the battle ahead will be long, but always remember that no matter what obstacles stand in our way, nothing can stand in the way of the power of millions of voices calling for change.

We have been told we cannot do this by a chorus of cynics...they will only grow louder and more dissonant ........... We've been asked to pause for a reality check. We've been warned against offering the people of this nation false hope.

But in the unlikely story that is America, there has never been anything false about hope.

Now the hopes of the little girl who goes to a crumbling school in Dillon are the same as the dreams of the boy who learns on the streets of LA; we will remember that there is something happening in America; that we are not as divided as our politics suggests; that we are one people; we are one nation; and together, we will begin the next great chapter in the American story with three words that will ring from coast to coast; from sea to shining sea --

Yes. We. Can.

vídeo descoberto em Sem muros.

Veja também:
Interview with Will.i.am about celeb-filled music Yes We Can

domingo, dezembro 24, 2006

Acho que o Pai Natal é o Karl Marx.


Faz agora um ano. Sentava-me aqui, neste computador, nesta sala, com este frio. Amargurava-me com a época festiva, preocupava-me com política. Sou daqueles que se preocupa com política. Sou daqueles que perde tempo a pensar. Gosto de pensar. As eleições presidenciais aproximavam-se. Preocupava-me que o Cavaco pudesse ganhar. Não sou daqueles que deixa de dormir por causa disso, mas preocupava-me. Empenhava-me, na medida do possível, para termos um presidente com espinha dorsal (quantas vezes usei esta expressão a tentar converter inconvertíveis!). Na altura, o candidato poeta fez-me sonhar, fez-me ter esperança, ter sonhos, fez-me ouvir. Acreditei. Pela primeira vez acreditava no que ouvia, gostava das pessoas que abanavam as bandeiras comigo, gritava com elas como se há 30 anos estivéssemos juntos. Não queria um Presidente em formato Excel. Não queria um Presidente da polícia contra polícia, polícia contra estudantes, polícia contra gente. Por todos os motivos não queria. Não quero, mas tenho-o. Já passou. Daqui a uns anos voltarei a preocupar-me.
O Natal, esse ficou. O Natal que todos os anos me fere. Do Natal gosto das músicas. São as únicas que ficaram com o sentimento. O resto esvaneceu-se no consumismo, na pressa de comprar, agradar, comer, beber, cantar, agradar, comprar, vestir, embrulhar. Rezar? Não, não interessa. Mas as músicas são americanas! O Pai Natal não é americano!? O pai Natal tem colesterol, gosta de criancinhas e explora anões em fábricas do Norte. Diz-se que importa brinquedos da China. O pai natal é politicamente incorrecto. Aposto que o Pai Natal não se portou bem este ano. Nem eu.
O Sinatra está a cantar-me aos ouvidos “Whatever Happened To Christmas?”. Pergunto-me isso todos os anos. No Natal falta-me as crianças, o dinheiro, sobretudo a paixão. Desapaixonei-me pelo Natal há algum tempo. Nem sei bem porquê. Divorciamo-nos. Não foi bonito. Acontece. Para o ano farei outro texto sobre o assunto. Agora que penso nisso, será que o Manuel Alegre é o Pai Natal? Não, o Pai Natal não existe…

quinta-feira, setembro 22, 2005

Nossa Senhora Fátima

Fátima voltou. Aleluia, Aleluia.

Fátima veio dos céus (pela TAP) a sorrir, cândida como a virgem. O povo, atrasado mental com a 3ª classe até ao 2ª período, recebeu-a de braços abertos. Houve até quem tenha faltado ao trabalho para ir Vê-la. Inocente. “Eu vi-a!” Exclama o povo. Mas nem todos são assim, como confirma o desgraçado que ousou dizer “isto é tudo uma palhaçada”. Burro! Gritam os irmãos, os vizinhos, todos em coro celestial, para esse herege que se atreveu apontar o dedo directamente a Ela. Ela não tem culpa. A boa-nova chegou: ela pode sair em liberdade. Dos 23 crimes pelos quais é indiciada? Não. Fátima sorri. Para o povo, Fátima veio, Fátima ficará.

Que personagenzinha abjecta, que maneira de falar irritante, que mentalidade, que tiques... Apetece atirar para os confins da choldra até que apodreça. Poupe-se os procedimentos judicias, incrimine-se. Instaure-se a pena de morte! Mesmo que seja inocente, paciência. O povo lembrar-se-á dela para sempre. Dela far-se-á Mártir, depois Beata, depois Santa, depois Presidente, tudo pelo povo.

Fátima veio porque o povo quis e Fátima vai ficar livre porque o povo assim o quererá. Aleluia, Ela voltou.