quarta-feira, outubro 08, 2008

Cine-crítica



6 episódios com cerca de 30 minutos cada; Manuel João Vieira e amigos; bons pormenores; excelente realização; javardice q.b.; umas risadas como há muito tempo não dava; musiquinha da boa; vida selvagem da boa (Chita e Karley Aida); e ainda se aprende a contar vacas.

estreia na RTP2
23/11/08

Ainda bem que há equipamentos culturais na província que vão permitindo ao poveco ver umas coisas engraçadas fora da grande metrópole Lisboeta.

Mundo Catita
7/10

*******
1 ABSOLUTA PERDA DE TEMPO: Geralmente não vejo o filme até ao fim.
2 MUITO MAU: Vi até ao fim, mas mais valia ter estado quieto
3 MAU: mau.
4 MAUZINHO: Até tinha algumas expectativas; desiludiu; nada de especial.
5 NEM AQUECE NEM ARREFECE: Vê-se bem, mas não aquece nem arrefece.
6 BONZINHO : Vê-se bem; gostei; tempo bem empregue
7 BOM: bom filme; sim senhor, bons pormenores e tal.
8 MUITO BOM: Epá granda filme! sim senhor's.
9 EXCELENTE: não me canso de recomendar o filme aos amigos; adorei; falta qualquer coisa para ser obra-prima.
10 OBRA-PRIMA: Top dos filmes da minha vida.

terça-feira, outubro 07, 2008

Post inteiramente dedicado

a uma grande amiga que anda com problemas relacionados com a sua feminilidade.
Para mim, serás sempre

The Most Beautiful Girl [In The Room]

Looking at the room, I can tell that you.
Are the most beautiful girl in the...room.
(In the whole wide room).
And when you're on the street, depending on the street.
I bet you are definitely in the top three.
Good lookin' girls on the street.
(Depending on the streets).
And when I saw you at my mate's place.
I thought...what, is she, doing...at my mate's place.
How did he get a hottie like that to a party like this?
Good one, Dave.
(Ooh, you're a legend, Dave).
I asked Dave if he's going to move on you.
He's not sure.
I said "Dave, do you mind if I do?"
He says he doesn't mind.
But I can tell he kind of minds.
But I'm going to do it anyway.
I see you standing all alone by the stereo.
I dim the lights down to very low, here we go
You're so beautiful.
You could be a waitress.
You're so beautiful.
You could be a air hostess in the 60s.
You're so beautiful.
You could be a part-time model.
But then I seal the deal, I do my moves.
I do my dance moves.
Lets travel through, just me and you.
As other dudes around you on the dance floor.
I draw you near, lets get out of here.
Lets get in a cab. I'll buy you a kabab.
I can't believe. I'm sharing a kabab.
With the most beautiful girl I have ever seen with a kabab.
Oh, why don't we leave?
Lets go to my house.
We can feel each other up on the couch.
Oh no, I don't mind taking it slow.
Cause you're so beautiful...
Like a tree. Or a high class prostitute.
You're so beautiful.
You could be a part time model.
But you'd probably still have to keep your normal job.
A part time model.
Spend part of your time modeling.
And part of your time next to me.
My place is usually a bit tidier than this.

:-)

Nas imortais palavras do poeta: Fucking hell!

«Rapaz sobrevive com faca espetada na cabeça

O ataque aconteceu num assalto em Londres, numa paragem de autocarro. Embora tenha ficado com uma faca de 12 centímetros espetada na cabeça, o jovem de 16 anos sobreviveu.
Com o intuito de alertar a sociedade sobre os crimes com facas, a polícia londrina divulgou imagens impressionantes em radiografia, de um jovem de 16 anos que foi esfaqueado num assalto. As reproduções mostram uma faca de 12 centímetros espetada no crânio do rapaz, que conseguiu sobreviver à agressão.
O ataque ocorreu em Novembro de 2007, em Londres, quando o jovem tentou ajudar um amigo que estava a ser assaltado numa paragem de autocarro. O rapaz, cujo nome não foi revelado, acabou com uma faca de cozinha espetada na cabeça, sendo levado para o Hospital de Walworth, onde foi submetido a uma complicada cirurgia. (...)»

segunda-feira, outubro 06, 2008

Mas,

esta senhora terá mesmo autoridade para me entrar pela televisão adentro a dizer o que devo ou não comer para emagrecer? Duvido sempre de uma nutricionista que não seja da largura da Kate Moss...

CdC

Pensava que o Cartão de cidadão era uma iniciativa - louvável na minha opinião - do actual governo.
Afinal... Resolução do Conselho de Ministros n.o 77/2001 do tempo de A. Guterres.
Criação de um grupo de trabalho em 2001, cartão disponível ao público em 2008.
7 anos. Bom tempo.

sexta-feira, outubro 03, 2008

Hoje almocei

Muamba e Cachupa, enquanto ouvia Gipsy Kings e via as notícias.

Atasca no Alasca II

Mais irritante do que a Sra. Palin a falar só mesmo a sra. que estava a fazer a tradução simultânea na SIC- Notícias.

Para quem seguiu o debate pela CNN, repararam que quando a Sra. Palin começava a falar o gráfico respeitante às mulheres baixava imediatamente? Pelos vistos nem todas as mulheres gostam dela.

Atasca no Alasca

Fiquei eu acordado até às 2 da manhã para ver esta besta(*)!

Só valeu a pena para eu descobrir que tenho um novo ódio de estimação e assim já não pensar tanto no antigo - curioso como eu nunca aqui explanei a minha teoria sobre o Sr. Silva ser o pior político com poderes executivos desde o Sr. Salazar..

A Sra. Palin é do mais confrangedor que existe. Um populismo demagógico de dar pequenos vómitos. Frases feitas devidamente olhadas para a câmara e dramatizadas q.b. que encrespam a mais dura rocha. Um vazio de ideias, visões, ou opiniões políticas absolutamente preocupante. Um fantoche com a lição memorizada e repetida até à estafa. O apelo patético aos americanos como ela e o marido («Americans like me and Todd») que sofrem esta crise financeira – acreditava que esta táctica, apesar de vazia de conteúdo, tinha sido bem eficaz, afinal as sondagens da CNN e CBS desmentem-no. Por tudo isto e muito mais, ela é a prova provada que o average Joe (Jane?) pode chegar a Presidente sem perceber nada do assunto.

Estou farto de pensar se teremos alguém do género na política nacional. Acho que não, não sei. Lembro-me de 2 ou 3 políticos, homens, que estarão ao nível intelectual desta senhora, mas nenhum deles se deverá candidatar a Presidente nem tem o apoio popular da Sra. em causa.

Já aqui escrevi que não sou um grande entusiasta de Obama. Acho até que se ele ganhar, em poucos anos o mito em torno de Obama se irá esbater - basta ouvir-lhe algumas opiniões sobre política externa, nomeadamente Irão. Claro que não sou adepto de Mccain. Ainda lhe dei o benefício da dúvida de inicio. Mas não, uma continuação de George W. Bush não obrigado.

A Sra. Palin tirou pela primeira vez o passaporte em 2007 para ir ao Kuwait. Esta senhora acredita que o mundo foi criado há 4 mil anos. Esta senhora considera-se uma entendida em política externa porque é governadora de um estado com fronteira marítima com a Rússia. Esta senhora poderá vir a ser presidente dos Estados Unidos da América. E isso preocupa-me.

O debate estava a ser tão morno, a Sra. Palin de cada vez que falava, ora me dava vontade de partir a televisão, ora me embalava calmamente na sua voz trémula de cheerleader e, pois claro, adormeci antes de terminar o debate. Só me arrependo de não ter ido dormir mais cedo…

Adoraria escrever umas coisas aqui sobre as hockey moms e tudo o que a Palin representa como mulher. Uma vez que não tenho tempo para contra-argumentar com os comentários que eu já imagino que irão aparecer, fica para outras núpcias.

Até lá, vou olhar para a Sra. Ferreira Leite com outros olhos.


(*)-fig. pessoa muito estúpida;

quinta-feira, outubro 02, 2008

Manhê! Tirei um dez na prova.



(...)Eu gosto dos professores e eu preciso de um mestreMas eu prefiro que eles me ensinem alguma coisa que preste- O que é corrupção? Pra que serve um deputado?(...)

quarta-feira, outubro 01, 2008

Sugestão de leitura

« "Kissinger vs. Carlucci" revela dados surpreendentes sobre os EUA e a Revolução dos Cravos. O PREC não mais será o mesmo.
(...)
"Com o desfecho da crise de 28 de Setembro de 1974 (que levou à resignação de Spínola de Presidente da República e sua substituição por Costa Gomes), Kissinger adoptou uma posição de pessimismo. As barricadas populares que impediram a manifestação da chamada "maioria silenciosa" levaram-no a rever as peripécias da revolução russa de 1917. Uma primeira consequência foi a decisão de substituir o embaixador Scott por Frank Carlucci, que o livro classifica como "um 'hard-liner' com vasta experiência em situações revolucionárias". Sugerido pelo seu amigo Vernon Walters, número dois da CIA, Carlucci chegou a Lisboa em Janeiro de 1975. A anterior equipa era, no dizer de um alto funcionário de Washington, "a pior do mundo". Carlucci renovou todo o pessoal dirigente, trazendo consigo cinco homens experientes e capazes de tudo. "Tudo o que a CIA fez foi sob o meu comando", assumiu Carlucci, numa entrevista aos autores. "A CIA era parte da equipa e eles faziam o que lhes mandava." A afirmação não poderia ser mais clara - e só não se entende que tenha sido remetida para uma breve nota de pé de página.

Estabeleci o objectivo de encontrar-me com três dirigentes políticos por dia ao longo dos dois primeiros meses" - incluindo o cardeal patriarca, com quem se encontrou várias vezes. Os EUA ainda não tinham perdido a esperança de inverter o processo português. Foi a segunda fase, de envolvimento "de baixa intensidade".

No 11 de Março, e tal com no 25 de Abril, os serviços americanos voltaram a falhar. Todos os alertas tinham ido para "as tácticas perturbadoras da extrema-esquerda", senão mesmo para um "possível golpe comunista". Afinal, foi Spínola e a extrema-direita quem avançaram. A 14 de Março Carlucci não duvidava: "A tentativa de golpe foi genuinamente da direita."

A partir daí, a diplomacia dos EUA arrastou-se num período de choque entre duas estratégias antagónicas. Para Kissinger, Portugal tinha entrado definitivamente na órbita comunista. Um caso perdido. Bateu-se por uma estratégia de "ostracização" ou quarentena, a que Carlucci respondeu com uma política contrária, de moderação e apoio. "Estou num 'comprimento de onda' totalmente diferente do de Carlucci", desabafou Kissinger numa reunião com os seus colaboradores, em Abril.

Um memorando secreto, elaborado por um dos seus conselheiros mais influentes, foi ao ponto de equacionar duas acções radicais: "Pôr termo ao papel activo de Portugal na NATO" e avançar com "uma acção concertada com a Espanha" - de carácter militar, entenda-se. Esta hipótese, contudo, viria a ser rejeitada pelo generalíssimo Franco num encontro com o Presidente Ford, em Maio, em Madrid. "Qualquer intervenção estrangeira seria prejudicial para os moderados porque uniria os portugueses contra quem os atacasse", argumentou Franco, seguro de que "o comunismo será rejeitado". (...)»

Fonte: Expresso

Não compreendo

Será que estes senhores passaram os últimos anos a dormir? Não compreendo o porquê de só agora se terem apercebido que se pode tirar cursos de engenharia sem prova de matemática e humanidades em Português. Não compreendo o espanto do senhor bastonário da Ordem dos Engenheiros se indignar por "apenas quatro Institutos Politécnicos exigiam [no ano passado] Matemática como cadeira específica". Adivinho que daqui a algum tempo sairá um artigo qualquer num jornal a dar conta que existem dezenas de cursos superiores de engenharia com as designações mais absurdas possíveis e muitos deles ministrados em Institutos Politécnicos.

É a economia estúpido


Dow comes back big

01:16

Um dos meus cantores/banda favoritos,
uma música escolhida ao calhas,
um vídeo merdoso,
má qualidade de som,
um post para encher chouriços:
Songs: Ohia


Aconselho leitura

e não vou fazer comentários para depois não dizerem que sou ressabiado por, em vez deste senhor, termos como Presidente da República uma múmia protocolar.


Via Nova por Manuel Alegre
Pronto, só um comentário: mas afinal para que quereríamos nós um presidente que tivesse um pensamento político? Precisávamos era de um tecnocrata economista que fique fascinado com máquinas de tirar leite a vacas...

terça-feira, setembro 30, 2008

Pensamentos avulso sobre Obama

i) Foi de facto um momento histórico. Não haja dúvidas. Pensar na América no último século e ver hoje um negro a caminho da casa branca é, sem margem de dúvidas, um momento histórico. O momento histórico não se restringe ao facto de ser o primeiro presidente negro: foi o presidente de sempre eleito com mais votos populares; a onda de apoio popular que se gerou, o uso da internet, os valores monetários doados por particulares; os jovens, até então descrentes em política, que foram votar; as palavras esperança e mudança como vectores-chave de uma ideologia; tudo isto é histórico. Também é histórico haver tanta gente mundo fora a torcer por Obama. Ou contra Bush? Creio que a torcer por Obama.

ii) Porque acho que este é o século das mulheres, tenho uma enorme curiosidade em ver qual irá ser o papel de Michelle Obama. Não a imagino só a escolher a côr dos tapetes da Sala Oval, nem a restringir-se à filantropia que reservam ao papel de primeira-dama. Bem sei que o marido ainda nem começou o cargo de Presidente, mas não me admirava num Michelle Obama em 2016 ou, imaginado um mandato de senadora, Michelle 2020. Já vimos este filme com os Clinton. A esta distância fazer estas especulações é ridículo, serve apenas para escrever que estou convicto de que Michelle terá um importantíssimo papel político na América durante e após o mandato do marido.

iii) Confesso que, usando uma expressão de Medeiros Ferreira, também eu sou um “viúvo de Hillary Clinton”. Sempre fui (e sou) um céptico de Obama. Isso não me impede de reconhecer que neste contexto de crise e falta de confiança ele é uma escolha acertada. E não tenho muitas dúvidas, será um bom Presidente.

iv) Ainda durante as primárias se falava numa possível candidatura de última hora de Al Gore. Arranjado um novo Messias (Obama), já ninguém se lembra do Al.

v) Temo que Obama venha a ser mais isolacionista do que se pensa. A prioridade focada na economia, as opiniões de Obama sobre comércio externo, por tudo isso, não sei se não nos iremos desiludir.

vi) JF Kennedy não viu o homem chegar à lua. Bobby Kennedy nunca chegou a presidente. Luther King não viu o seu sonho ser concretizado. Só espero que Obama leve os seus 2 (!) mandatos até ao fim. Imaginem todos os Rednecks, KKK’s, Supremacias brancas, paramilitares e maluquinhos racistas em geral nos EUA a verem aquilo que mais odeiam (um negro) a comandar aquilo que mais amam (US of America). Decerto que todos já pensaram nisto, curioso é como o assunto (ainda) é tabu na comunicação social.

vii) O partido republicano ficou numa posição altamente fragilizada após estas eleições. A escolha de Palin e algumas posições de McCain reduziram o partido a um eleitorado branco e altamente conservador. Como sobreviverá o Partido nos próximos 4 anos?

viii) O discurso de Obama na noite de vitória é um texto fantástico de politica e de humanismo. Também esse ficará para a história.

ix) Economia, Israel/Palestina, Guantanamo acho que vão ser das áreas que as expectativas em relação a Obama mais serão goradas.

x) Já estou farto da Direita Europeia e Portuguesa incomodada com o fascínio de tanta gente por Obama. Até parece que se esqueceram como pateticamente alegres andaram - eles, a Direita Europeia - com Sarkozy há uns tempos.

xi) Os apoiantes de Obama depositam tanta esperança nele que qualquer deslize irá ser uma frustração enorme. Obama é humano e irá errar. Qual será a reacção do eleitorado que nele votou?

xii) A democracia dos EUA é absolutamente fascinante e grandiosa, digam o que disserem.

300 newspaper front pages from around the world

Barack Obama: How to publish this story in the most creative manner


(...)At this moment we would like to congratulate all who, with their talent and art have communicated this good news and have participated in this mosaic that we present in ArtDaily, in which 300 versions of the same theme appear: the arrival of a new day, the arrival of Barack Obama to the White House.
There are 300 newspaper front pages from around the world that we have gathered here so that our visitors can see the beauty in the formats. What talent of those who with only one word, with just the name or a simple phrase, shape their respective newspapers with this story that occupied the front page of many dailies throughout the world.(Artdaily.org)


via Arrastao

Para expulsar os estrangeiros, plagiamos os estrangeiros

Para expulsar os estrangeiros, plagiamos os estrangeiros

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